Esses rótulos proíbem o uso de metais pesados, substâncias classificadas como cancerígenas. No entanto, não protegem contra alergias e irritações cutâneas causadas por tratamentos de colchão. Não proíbem, por exemplo, biocidas pertencentes à temida família das isotiazolinonas, causadoras de uma verdadeira epidemia de alergias cutâneas.
https://blog.anjoscolchoesesofas.com.br/qual-a-medida-do-colchao-queen/
Onde estamos com o caso dos colchões contaminados? O caso do colchão contaminado eclodiu no início do outono de 2017. Envolveu colchões fabricados entre 25 de agosto e 6 de outubro do mesmo ano. A Agência Nacional Francesa de Saúde e Segurança Alimentar, Ambiental e Ocupacional (ANSES) foi contatada com urgência e emitiu um parecer tranquilizador em meados de novembro de 2017. O uso de colchões feitos com espuma contaminada “não representa um risco esperado para a saúde do consumidor “, concluíram seus especialistas. A DGCCRF não exigiu nenhum recall de produtos, apesar da não conformidade dos colchões. A Que Choisir havia solicitado, na época, o adiamento das compras. Como o mercado opera em regime just-in-time, não há mais colchões contaminados à venda.
Paguei o imposto ecológico. O vendedor não é obrigado a aceitar meu colchão antigo de volta gratuitamente? Não. O vendedor do colchão não é obrigado a aceitar a devolução do seu colchão antigo. O setor negociou tão bem que conseguiu evitar a obrigação de devolução gratuita na compra de um colchão novo, ao contrário de todos os outros setores que aplicam o princípio “1 por 1”.